Áreas temáticas

Comportamento Político

Reúne pesquisadores interessados nos processos de formação e mudança nos sistemas de crenças e atitudes políticas dos públicos nas democracias contemporâneas, bem como sobre os padrões de comportamento político (eleitoral e não-eleitoral). Neste sentido, constitui-se como espaço para discussão de pesquisas relacionadas à cultura política, atitudes e preferências políticas, voto e participação política. Apesar de ser um campo de investigação tradicionalmente orientado para estudos empíricos de natureza quantitativa, predominantemente com base em dados de survey e de experimentos, a área do “comportamento político” não se limita a esse aporte metodológico e incentiva o uso de metodologias qualitativas e mistas.

Coordenadores
Ednaldo A. Ribeiro (UEM-PR - Universidade Estadual de Maringá)
Mario Fuks (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)

Comunicação Política e Opinião Pública

De modo geral, focaliza as questões teóricas e empíricas decorrentes da relação política fundamental entre mídia e democracia. Acolhe estudos nas várias interfaces entre comunicação e política, abrangendo, entre outros temas: Comunicação estratégica e campanha eleitoral; Comunicação institucional e imagem pública; Opinião pública e comportamento político; Jornalismo político; Tecnologias da comunicação e política.

Coordenadores
Fernando Lattman Weltman (Instituto de Ciências Sociais - UERJ)
Pedro Santos Mundim (UFG - Universidade Federal de Goiás)

Eleições e Representação Política

A Área Temática de Eleições e Representação Política busca promover o debate de conceitos-chave e de evidências empíricas referentes à representação política nas democracias contemporâneas, abordando os seguintes temas: partidos nas arenas eleitoral e legislativa, na composição de governos e enquanto organização; sistemas eleitoral, partidário e de governo e seus impactos na dinâmica político-partidária; competição, estratégias eleitorais e comportamento político, envolvendo ainda as recentes mudanças nos valores e comportamentos dos eleitores. Quanto à abrangência do objeto de estudo serão acolhidas análises sobre realidades locais, estaduais, nacionais e de outros países. A diversidade metodológica também é esperada.

Coordenadores
Maria do Socorro Braga (UFSCar - Universidade Federal de São Carlos)
Bruno Wilhelm Speck (UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas)

Ensino e Pesquisa em Ciência Política e Relações Internacionais

A Área Temática de Ensino e Pesquisa em Ciência Política e Relações Internacionais tem como objetivo fomentar e estimular as discussões sobre a docência e a pesquisa e seus diferentes métodos e como estes são empregados na ciência política, políticas públicas e relações internacionais para aprimorar a formação de professores e pesquisadores. Para isso, busca oferecer um fórum interativo em que acadêmicos compartilhem pesquisas inovadoras sobre sua vivência nas diversas arenas da atividade docente, tais como: a integração entre os diferentes níveis de ensino, estágio docência, iniciação à pesquisa, projetos de extensão, bem como ferramentas no ensino ativo em Ciência Política, Políticas Públicas e Relações Internacionais. Na esfera da pesquisa, a AT oferece um espaço para discutir avanços metodológicos de técnicas qualitativas e quantitativas.

Coordenadores
Lorena Barberia (USP - Universidade de São Paulo)
Elia Cia (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco)

Estado e Políticas Públicas

A AT Estado e Políticas Públicas, ao centrar o seu foco no “Estado em ação”, pretende fomentar o diálogo entre pesquisadores, lastreada em teorias as mais diversas e empregando uma variada gama de recursos metodológicos, que se dedicam ao estudo das políticas públicas setoriais, de seu processo de produção e de seu impacto na sociedade, bem como dos distintos atores envolvidos. Estudos comparativos são particularmente bem-vindos.

Coordenadores
Telma Menicucci (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)
Gabriela Lotta (UFABC - Universidade Federal do ABC)

Gênero, Democracia e Políticas Públicas

Esta Área Temática abrange diálogo com a teoria política, a teoria social e a teoria de gênero na perspectiva da abordagem crítica feminista. Pretende estimular o debate e a produção científica sobre as várias questões presentemente incluídas nas discussões mundiais que evidenciam as relações de gênero, a diversidade e as desigualdades sociais cujo marco se acha na tardia cidadania feminina nas sociedades democráticas, na desigualdade de gênero nos processos de participação da política formal e de representação política e na recente consideração de que os direitos humanos incluem os direitos das mulheres como sejam, os direitos culturais, sociais e econômicos, os direitos civis e políticos, propostos a partir da Convenção Sobre Todas As Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW – Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination Against Women), um dos sete tratados dos direitos humanos criados pela ONU, adotado em 1979, entrando em vigor em 1981 e ratificado pela Convenção de Belém do Pará, em 1994.

Coordenadores
Marlise Matos (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)
Céli Pinto (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Instituições Políticas

A área se define pela investigação da dinâmica e das consequências das instituições formais basilares dos regimes democráticos, nomeadamente, o sistema eleitoral, o sistema de governo, o processo legislativo, a forma do Estado e o Judiciário. A área sempre enfatizou as instituições nacionais, porém, mais recentemente, passou a se preocupar seriamente com as instituições no plano subnacional, mormente com as instituições dos estados brasileiros. As grandes questões que animam seus membros dizem respeito a como as instituições (1) moldam o comportamento dos atores políticos (presidentes, partidos, eleitores, legisladores, ministros, burocratas e grupos de interesse), (2) afetam o desempenho dos governos, e (3) contribuem ou não para a estabilidade e efetividade da democracia. Do ponto de vista metodológico, a área tem adquirido uma orientação crescentemente quantitativa, com o uso frequente de técnicas estatísticas visando à identificação do padrão de relacionamento entre variáveis. Porém, cumpre ressaltar que o estudo das instituições políticas é essencialmente plural no tocante à metodologia, o que significa que trabalhos de cunho histórico e qualitativo são tão relevantes quanto os de natureza quantitativa.

Coordenadores
Marta Mendes da Rocha (UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora)
Mariana Batista (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco)

Participação Política

A atual conjuntura nacional e internacional tem impactado a relação entre participação e democracia, desafiando os pressupostos que conformam nossa área de investigação. Diante desse cenário, estimulamos a apresentação de trabalhos em torno dos seguintes eixos: a) novos atores e dinâmicas da participação em contexto de desdemocratização; b) balanços e perspectivas da participação institucional; c) emergência de novas formas de representação, como os mandatos coletivos, e a interação de ativistas com partidos e eleições; d) movimentos sociais, Estado e políticas públicas; e) redes sociais e ativismos; f) protestos, repressão e a dinâmica movimentos/contramovimentos. 

Coordenadores
Luciana Tatagiba (UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas)
Débora Rezende de Almeida (UnB - Universidade de Brasília)

Pensamento Político Brasileiro

A área de pensamento político brasileiro deve ser entendida como a história intelectual da ciência política brasileira no sentido largo, abrangendo sua produção científica, mas também ideológica, discursiva e doutrinária. Pertenceriam a essa área temática estudos relativos tanto ao pensamento produzido no curso da história brasileira por políticos, jornalistas e intelectuais, mas também aquela parte da teoria produzida pelas gerações mais antigas de cientistas políticos, julgadas de relevância para o desenvolvimento desta ciência (pensamento politológico brasileiro). Dada a sua vocação interdisciplinar, a área também dialoga com a teoria política, de que pode ser considerada a expressão nacional, e com as manifestações mais amplas do chamado pensamento social no Brasil.

Coordenadores
André Kaysel (UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas)
Jorge Chaloub (UFF - Universidade Federal Fluminense)

Política Comparada

Esta área temática representa um campo de estudos que se caracteriza pela natureza comparativa das suas abordagens e pela diversidade de métodos, qualitativos e quantitativos, para o tratamento de diferentes temas. Desde a proposição dos métodos da semelhança e da diferença por John Stuart Mill, a política comparada tem sido aprimorada para se aprofundar em poucos casos ou explorar as relações entre variáveis em um grande número de casos. Mais recentemente, tem se afirmado a tendência de utilização de métodos mistos em um mesmo estudo. Além da diversidade metodológica, a política comparada abrange uma gama ampla de temas, tendo em comum a preocupação em comparar os casos de estudo.

Coordenadores
João Carlos Amoroso Botelho (UFG - Universidade Federal de Goiás)
Manoel Leonardo Santos (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)

Política e Economia

A vida política nacional nos últimos 50 anos foi povoada por influências e protagonismos de origens distintas, em que políticas econômicas e tecnológicas, entrelaçadas, compuseram cenários extremamente originais em contextos de modelos de acumulação mutantes. Nesse ambiente, regimes políticos democráticos ou autoritários combinaram-se com políticas econômicas desenvolvimentistas ou (neo)liberais em ambientes tanto “nacional-desenvolvimentistas”/ “neodesenvolvimentistas”, quanto “liberais/globais”, destacando-se o papel do Estado, suas interfaces com os agentes econômicos e os atores políticos.

A centralidade da relação política/economia afirma-se na fronteira entre processos de decisão, de ação dos atores, dos interesses e das ideologias político-econômicas: ideias essas provindas da teoria política e suas relações com a teoria econômica e as políticas públicas centradas nessa temática, tais como as políticas macroeconômicas, sociais, tecnológicas, industriais e fiscais, entre outras. Diante desse processo, a AT de Política e Economia privilegia os processos relativos aos cliclos e às crises da política econômica nacional (1964-2018), sem perder de vista perspectivas teóricas e mesmo internacionais.

Nesses complexos ciclos e contextos, destaque deve ser dado ao eterno retorno das políticas neoliberais, por meio das recomendações estruturantes quanto às "reformas orientadas para o mercado", "ajustes fiscais" voltados aos mais vulneráveis, privatizações em massa, desestruturação dos direitos sociais e trabalhistas, ausência de soberania nacional em nome da "globalização" e, mais recentemente, a defesa da financeirização das economias. Esses processos afetam diretamente o "conflito distributivo", implicando assimetrias, embates e disputas entre atores distintos.

Coordenadores
Francisco César Pinto da Fonseca (FGV-EAESP - Escola de Administração de Empresas de São Paulo)
Elizabeth Matos Ribeiro (UFBA - Universidade Federal da Bahia)

Política Externa

Esta AT acolhe trabalhos sobre diferentes aspectos (determinantes, objetivos, processos decisórios e ações efetivamente realizadas) da política externa de governos específicos (nacionais, subnacionais e também de arranjos supranacionais) em diferentes dimensões (política; econômico-comercial; ambiental; cultural). A utilização do instrumental teórico-conceitual da subdisciplina Análise de Política Externa é bem-vinda, mas não indispensável. São temas potenciais desta AT: política externa brasileira (história e momento atual); política externa em perspectiva comparada; política externa das grandes potências e das potências médias; política externa e multilateralismo; política externa e integração regional; política externa e globalização; política externa e desenvolvimento.

Coordenadores
Javier Vadell (PUC-MG - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais)
Mónica Salomón (UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina)

Política Internacional

A AT Política Internacional pretende acolher estudos em três vertentes principais: (i) Organizações internacionais e Integração Regional – analisar, do ponto de vista histórico, teórico, empírico e/ou metodológico, as distintas organizações multilaterais e os diversos processos de integração regional, assim como neles se configuram os mecanismos negociadores e a formação de coalizões. Espera-se fomentar uma ampla discussão sobre as principais reformas das organizações internacionais e regionais, com foco, sobretudo, na questão do déficit democrático, da legitimidade e da compreensão do relacionamento entre atores governamentais e sociais como parte de uma nova governança global institucionalizada (ONU, OMC, FMI, etc.) e informal (G-7/8, G-20, novas coalizões, etc.); (ii) Conflitos e segurança internacionais – considerando que a natureza dos conflitos e, por conseguinte o conceito de segurança, transformaram-se bastante nas últimas décadas, a análise das desordens internacionais demandam múltiplas abordagens teóricas que não apenas as da ótica realista. Temas como terrorismo, imigração, conflitos étnicos, segurança cibernética, guerrilha, processos de peace-building e/ou narcotráfico se postam junto a temas mais tradicionais tais quais: Guerra, Defesa e Forças Armadas;(iii) Atores transnacionais e temas globais – analisar o papel das distintas formas de redes transnacionais (ativismo político e movimentos sociais, direitos humanos, ambientalistas, narcotráfico, finanças) na construção de normas e regimes internacionais e abordagens teóricas para compreender como buscam influenciar e atuar no sistema internacional.

Coordenadores
Marcelo Medeiros (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco)
Janina Onuki (USP - Universidade de São Paulo)

Política, Direito e Judiciário

O objetivo desta AT é contribuir para o avanço da agenda de pesquisas sobre perspectivas teóricas e modelos de análise empírica de ciência política sobre as relações entre a esfera política e a esfera judicial. Pretende-se reunir trabalhos que discutam, entre outras questões, o potencial explicativo de teorias e variáveis institucionais, políticas, econômicas, societárias, históricas e sócio-demográficas sobre fenômenos recorrentes envolvendo a política e o direito. Entre estes, destacam-se a formação e mudanças das democracias constitucionais, o papel dos tribunais em regimes democráticos e autoritários, os padrões de decisão de tribunais e de atuação dos juristas e os efeitos do seu protagonismo sobre as políticas, a expansão de órgãos de controle, tais como tribunais de contas, conselho nacional de justiça e conselho nacional do ministério público. Também incluem-se os efeitos políticos das modalidades de recrutamento e formação das elites judiciais, as doutrinas jurídicas e o pensamento político e a internacionalização de modelos de administração da justiça.

Coordenadores
Fabricio R L Tomio (UFPR - Universidade Federal do Paraná)
Andrei Koerner (UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas)

Raça, Etnicidade e Política

O objetivo desta área temática é abrigar e induzir reflexões em torno da dimensão política das desigualdades e discriminações raciais e étnicas. Embora tenha sido central na fundação da Sociologia e da Antropologia, a temática não se constituiu em uma agenda de pesquisa da Ciência Política brasileira, ocupando um lugar marginal em seu interior. Contudo, o fortalecimento dos movimentos étnicos durante a redemocratização do país, o reconhecimento da autonomia de certas comunidades tradicionais sobre seus territórios de origem, o advento de políticas de ação afirmativa no início do segundo milênio e a crescente politização do debate público em torno das desigualdades raciais trouxeram o tema da raça e da etnia para o centro do debate acadêmico brasileiro. Diante disso, além de incorporar as investigações sobre as questões étnicas e raciais já existentes na Ciência Política, esta área temática visa induzir pesquisas sobre elas que, apesar de ainda incipientes, vêm crescendo em volume e em relevância política no Brasil e no mundo. Dentre os subtemas de interesse da área temática, incluem-se as pesquisas sobre raça e etnia em sua interface com movimentos sociais, debate público, construção da cidadania, políticas públicas, representação política, mídia, relações internacionais etc.

Coordenadores
Luiz Augusto Campos (IESP-UERJ - Instituto de Estudos Sociais e Políticos)
Cristiano Rodrigues (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)

Segurança Pública e Democracia

A Área Temática Segurança Pública e Democracia busca reunir pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento que estudam as instituições e as políticas públicas de segurança e justiça criminal em contextos democráticos.

Esperamos reunir estudos sobre o funcionamento de polícias, Ministério Público, Defensoria Pública, Judiciário e sistema prisional, bem como respostas estatais à insegurança pública e à criminalidade violenta por meio de leis criminais, planos de segurança pública e “forças tarefas” dentro e fora das agências estatais.

Historicamente, a AT recebeu trabalhos mais voltados para o âmbito nacional, mas estamos cada vez mais interessados em análises que problematizem como a importação de modelos teóricos ou políticas públicas (como o CompStat, policiamento orientado para a solução de problemas ou hotspots, dentre outros) tem reverberado no território nacional e quais são os efeitos que esse mimetismo apresenta para a redução da criminalidade.

Apesar de boa parte dos artigos apresentados na AT ser de natureza qualitativa, com destaque para a pesquisa sociohistórica, esperamos receber também estudos com uma orientação mais quantitativa, que explorem correlações e causalidades entre ações adotadas pelos governos (nacionais e subnacionais) e seus impactos nas taxas de criminalidade.

Coordenadores
André Zanetic (Universidade Federal da Grande Dourados)
Ludmila Ribeiro (UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais)

Sociologia Política

A Sociologia Política é um campo de pesquisa que reconhece tanto a especificidade das instituições e do comportamento políticos como a sua inevitável interação com outras dimensões da vida social. Nesse sentido, a área temática aceita trabalhos produzidos segundo o espírito analítico geral desse “híbrido interdisciplinar”, para usar a expressão de Giovani Sartori. Os trabalhos submetidos devem, portanto, pautar-se pela mobilização conjunta de variáveis sociais (econômicas, culturais, sociais etc.) e variáveis políticas com vistas a aprofundar o entendimento de fenômenos e processos políticos. A área temática “Sociologia Política” pauta-se também pelo pluralismo metodológico, aceitando trabalhos que façam uso tanto de técnicas de análise quantitativas como das diversas técnicas qualitativas existentes no âmbito das ciências sociais.

Coordenadores
Adriano Codato (UFPR - Universidade Federal do Paraná)
Mariana Gené (Consejo Nacional de Investigacíones Científicas y Técnicas, Argentina)

Teoria Política

A área temática de teoria política constitui um campo da ciência política que reflete sobre distintos aspectos dos fenômenos políticos, recobrindo abordagens que vão desde a fundamentação e justificação normativas até análises empírico-descritivas das múltiplas institucionalidades políticas, passando pela história do pensamento político bem como das ideias políticas ou ainda pela abordagem das ideologias políticas. Constitui por isso um campo disciplinar que apresenta pontos de contato com inúmeras disciplinas, o que o torna, por definição, um ramo do saber plural e multifacetado. Não obstante, seu repertório analítico e conceitual cumpre importante papel no sentido de informar as ciências sociais, em geral, e a ciência política e seus ramos, em particular, oferecendo-lhes posições rigorosamente fundamentadas e/ou instrumentos analíticos que lhes permitem lidar com temas centrais a muitos dos fenômenos políticos, desde noções clássicas como as de poder, Estado, legitimidade, justiça, cidadania, direitos e democracia até problemas contemporâneos como as questões de gênero e raça, globalização, cosmopolitismo, entre tantos outros assuntos de relevo.

Coordenadores
Raquel Kritsch (UEL - Universidade Estadual de Londrina)
Rúrion Soares Melo (FFLCH-USP)
31 de Julho
Hora Área temática Sessão
13h30 AT - 2 Comportamento Político Percepção da Corrupção: suas causas e impactos
1 de Agosto
Hora Área temática Sessão
13h30 AT - 1 Comunicação política e opinião pública Jornalismo, opinião pública e política
13h30 AT - 2 Comportamento Político Democratização e Qualidade da Democracia
13h30 AT - 3 Eleições e Representação Política PARTIDOS POLÍTICOS E REPRESENTAÇÃO EM PERSPECTIVA COMPARADA
13h30 AT - 5 Políticas Públicas Estudos Comparativos de Políticas Públicas entre e intra países
13h30 AT - 6 Gênero, Democracia e Políticas Públicas DESAFIOS DAS MULHERES E DE SEGMENTOS LGBTIQ NO ÂMBITO DOS PODERES LEGISLATIVO E EXECUTIVO NO BRASIL E AMÉRICA LATINA
13h30 AT - 9 Pensamento Político Brasileiro INTERPRETAÇÕES SOBRE A ESQUERDA E AS CLASSES POPULARES
13h30 AT - 9 Pensamento Político Brasileiro INTERPRETAÇÕES SOBRE A ESQUERDA E AS CLASSES POPULARES
13h30 AT - 10 Política e Economia IDEIAS, POLITICA E ECONOMIA
13h30 AT - 11 Política Externa DEMOCRACIA E POLÍTICA EXTERNA
13h30 AT - 12 Política Internacional SEGURANÇA INTERNACIONAL E POLÍTICA EXTERNA; GOVERNANÇA GLOBAL E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
13h30 AT - 13 Política, direito e Judiciário CORTES CONSTITUCIONAIS – ESTUDOS SOBRE O STF
13h30 AT - 14 Segurança Pública e Democracia POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA: CARACTERÍSTICAS E IMPACTOS
13h30 AT - 15 Sociologia Política ELITES PARLAMENTARES: MAPEANDO A ARGENTINA E O BRASIL
13h30 AT - 16 Teoria Política A QUESTÃO DOS DIREITOS HUMANOS NA TEORIA POLÍTICA: EFETIVIDADE, NORMATIVIDADE E JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO; REPÚBLICA, REPUBLICANISMO E TOLERÂNCIA: HISTÓRIA DO PENSAMENTO POLÍTICO
13h30 AT - 3 Eleições e Representação Política Organização Partidária: Estrutura Decisória, Estratégia e Coordenação
13h30 AT - 4 Ensino e Pesquisa em Ciência Política e Relações Internacionais REPLICAÇÃO E TRANSPARÊNCIA; ENSINO E MÉTODOS
13h30 AT - 7 Instituições Políticas PRESIDENTES, MINISTROS, GABINETES E COALIZÕES
13h30 AT - 8 Participação Política SOBRE A PARTICIPAÇÃO: PERSPECTIVAS TEÓRICAS E METODOLÓGICAS