Parceria NEXO + ABCP: Como os governos estaduais lidam com a pandemia

Em 27 ensaios, um para cada estado e Distrito Federal, cientistas políticos da ABCP refletem sobre as medidas de contenção das contaminações pelo novo coronavírus a partir das ações locais. As produções estão disponíveis em um mapa interativo do NEXO Jornal.

Desde o dia 26 de fevereiro de 2020, o Brasil convive com casos confirmados de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A pandemia, decretada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) em 11 de março, vem sendo tratada como a mais grave crise mundial nas últimas décadas e talvez seja a maior crise sanitária do século 21.

Países do mundo vêm lidando com a doença e com as consequências de uma pandemia que, para além de assolar os sistemas de saúde com o tratamento dos doentes, têm enormes impactos econômicos, uma vez que a principal medida de contenção da transmissão da doença é o distanciamento social.

O Brasil vive este momento de forma peculiar. Por parte do governo federal, em especial do presidente Jair Bolsonaro, há uma negação constante do tamanho do problema e um discurso pela reabertura do comércio. Isso faz com que não haja uma liderança do poder central para uma ação coordenada de enfrentamento da crise.

Neste contexto, os governos estaduais e municipais assumiram papel de protagonistas. São eles, respaldados pelo Supremo Tribunal Federal, que adotam as medidas de distanciamento social necessárias para tentar controlar o avanço da covid-19 em território brasileiro.

A fim de analisar o protagonismo dos estados nesta crise, o Nexo publica, neste Especial, uma série de ensaios de cientistas políticos, que refletem sobre as medidas dos governos estaduais para dar conta da pandemia em seus territórios. Esses especialistas analisaram diferentes aspectos, como os decretos, a articulação política entre governo federal, estados e municípios, os acertos, os erros, as omissões dos governadores de todos os estados do país.

Leia os 27 textos no mapa interativo que você acessa aqui.