{"id":225,"date":"2020-07-12T23:57:31","date_gmt":"2020-07-12T23:57:31","guid":{"rendered":"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/12\/especial-abcp-acoes-parana-enfrentamento-2\/"},"modified":"2020-07-12T23:57:31","modified_gmt":"2020-07-12T23:57:31","slug":"especial-abcp-acoes-parana-enfrentamento-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/especial-abcp-acoes-parana-enfrentamento-2\/","title":{"rendered":"ESPECIAL ABCP: As a\u00e7\u00f5es do Paran\u00e1 no enfrentamento \u00e0 pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o primeiro texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<h4><em>Este \u00e9 o primeiro texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler a an\u00e1lise sobre o Paran\u00e1 publicada na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, clique <a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/12\/especial-abcp-acoes-parana-enfrentamento\/\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler as an\u00e1lises da Regi\u00e3o Sul desta 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, clique <a href=\"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/analises\/especial-abcp-2a-edicao-estados-regiao-sul-enfrentamento\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<hr \/>\n<p><strong>O Paran\u00e1 no epicentro da crise?<\/strong><\/p>\n<p>Nome dos(as)&nbsp;autores(as)&nbsp;e respectivas institui\u00e7\u00f5es \u00e0s quais est\u00e3o vinculados(as):<\/p>\n<p>Luiz Fernando Vasconcellos de Miranda (UNILA); Rodrigo Rossi Horochovski (UFPR) e&nbsp;Maiane Bittencourt (UFPR)<\/p>\n<p>Titula\u00e7\u00e3o dos autores e institui\u00e7\u00e3o em que a obteve:&nbsp;Luiz Fernando Vasconcellos de Miranda &#8211;&nbsp;Doutor em Ci\u00eancia Pol\u00edtica (UFF);&nbsp;Rodrigo Rossi Horochovski &#8211; Doutor em Sociologia Pol\u00edtica &#8211;&nbsp;(UFSC);&nbsp;Maiane Bittencourt \u2013 Mestranda em Ci\u00eancia Pol\u00edtica (UFPR)<\/p>\n<p>Regi\u00e3o:&nbsp;Sul<\/p>\n<p>Governador (Partido):&nbsp;Ratinho J\u00fanior (PSD)<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o:&nbsp;11.433.957 (est. IBGE, 01\/07\/2019)<\/p>\n<p>N\u00famero de munic\u00edpios:&nbsp;399<\/p>\n<p>Casos confirmados em 10\/07\/2020:&nbsp;39.512<\/p>\n<p>\u00d3bitos confirmados em 10\/07\/2020: 978<\/p>\n<p>Casos por 100 mil hab.: 346<\/p>\n<p>\u00d3bitos por 100 mil hab.: 7,1<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>* Por: Luiz Fernando Vasconcellos de Miranda,&nbsp;Rodrigo Rossi Horochovski&nbsp;e&nbsp;Maiane Bittencourt<\/strong><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>At\u00e9 o in\u00edcio de junho, o Paran\u00e1 tinha uma posi\u00e7\u00e3o relativamente c\u00f4moda, entre as unidades federativas com menores n\u00fameros absolutos e proporcionais de casos e \u00f3bitos por covid-19. O governo do estado, em meados de maio, ressaltava que o Paran\u00e1 tinha o menor crescimento da doen\u00e7a no pa\u00eds.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O estado estaria beneficiando-se das r\u00e1pidas provid\u00eancias dos governos estadual e municipais, tomadas assim que o problema se instalou no pa\u00eds. Quando surgiram os primeiros casos no Paran\u00e1, foram baixados decretos fechando escolas, proibindo aglomera\u00e7\u00f5es e restringindo as atividades econ\u00f4micas ao essencial.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>As medidas iam na contram\u00e3o do governo federal, que, temendo os efeitos econ\u00f4micos da pandemia, parecia n\u00e3o reconhecer a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, instando governos e sociedade a autorizar a plena retomada das atividades econ\u00f4micas. Vale mencionar que, desde o in\u00edcio da pandemia, dois ministros da sa\u00fade (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) deixaram o cargo por discordarem da abordagem que a presid\u00eancia da rep\u00fablica deu ao problema.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Apesar do cen\u00e1rio favor\u00e1vel, a situa\u00e7\u00e3o no Paran\u00e1 sofreu uma inflex\u00e3o em meados de maio. Dissemos, em edi\u00e7\u00e3o anterior do boletim, que essa din\u00e2mica provavelmente se devia \u00e0 tend\u00eancia de os governos, pressionados pelos mais diversos interesses, flexibilizarem as regras do isolamento social, permitindo a reabertura gradual de lojas f\u00edsicas e outros estabelecimentos, como bares e restaurantes. Em um exemplo ilustrativo, pouco antes do dia das m\u00e3es, data muito importante para o com\u00e9rcio, shopping centers de v\u00e1rias cidades do estado reabriram suas portas.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>De l\u00e1 para c\u00e1, o cen\u00e1rio se modificou de modo expressivo e proje\u00e7\u00f5es pessimistas se confirmaram. O epicentro da pandemia vem se deslocando no territ\u00f3rio brasileiro, do norte, nordeste e sudeste para o centro-oeste e o sul, que come\u00e7am a apresentar n\u00fameros mais preocupantes, embora suas taxas ainda sejam menores (Gr\u00e1ficos 1 e 2). Como resultado, os alarmantes registros di\u00e1rios de casos e \u00f3bitos v\u00eam se mantendo praticamente inalterados no Brasil desde o m\u00eas de maio, com mais de mil mortes, em m\u00e9dia, a cada dia.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"N\u00famero absoluto de Casos e \u00d3bitos por UF (10\/07\/2020)\" data-caption=\"&lt;strong&gt;GR\u00c1FICO 1 \u2013 N\u00famero absoluto de Casos e \u00d3bitos por UF (10\/07\/2020)&lt;\/strong&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"42a17edb-7779-4bc4-ae4b-98cb6f5d3dc6\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/grafico%201.png\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"GR\u00c1FICO 2 \u2013 N\u00famero de casos e \u00f3bitos por cem mil habitantes (10\/07\/2020)\" data-caption=\"&lt;strong&gt;GR\u00c1FICO 2&lt;\/strong&gt; &lt;strong&gt;\u2013 N\u00famero de casos e \u00f3bitos por cem mil habitantes (10\/07\/2020)&lt;\/strong&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"71406ccd-82f8-4ded-af0e-8e343403b7dc\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/grafico%202_0.png\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Paran\u00e1 n\u00e3o escapou da tend\u00eancia regional, registrando um salto nos novos casos e \u00f3bitos (Gr\u00e1fico 3). As raz\u00f5es podem variar e pode ser arriscado cravar explica\u00e7\u00f5es muito taxativas enquanto os fatos se desenrolam. Todavia, algumas pistas podem ser exploradas.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"GR\u00c1FICO 3 \u2013 Crescimento do casos e \u00f3bitos \u2013 Paran\u00e1\" data-caption=\"&lt;strong&gt;GR\u00c1FICO 3 \u2013 Crescimento do casos e \u00f3bitos \u2013 Paran\u00e1&lt;\/strong&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"2b32c656-197e-45b0-9335-4be3b7903694\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/grafico%203.png\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>De um lado, a piora no quadro pode resultar do maior afluxo de pessoas nos espa\u00e7os p\u00fablicos, em fun\u00e7\u00e3o das reaberturas. Isso n\u00e3o \u00e9 exclusivo do Paran\u00e1, pois esta din\u00e2mica de aumento dos casos nas semanas seguintes \u00e0s flexibiliza\u00e7\u00f5es ocorre em v\u00e1rias partes do mundo. Ademais, aparentemente a permiss\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o de pessoas nos espa\u00e7os p\u00fablicos visando \u00e0 chamada imuniza\u00e7\u00e3o do rebanho tem-se mostrado ineficaz para o controle da doen\u00e7a.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>De outro lado, o Paran\u00e1 nos \u00faltimos dias incrementou consideravelmente a testagem (Gr\u00e1ficos 4 e 5), atingindo a marca de mais de 1,3 mil testes\/100 mil habitantes. O estado ainda est\u00e1, contudo, longe de ostentar os n\u00fameros dos pa\u00edses que mais testam, nos quais o referido \u00edndice \u00e9 superior a 5 mil\/100 mil habitantes.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"GR\u00c1FICO 4 \u2013 N\u00fameros absolutos de testes para convid-19 \u2013 Paran\u00e1\" data-caption=\"&lt;strong&gt;GR\u00c1FICO 4 \u2013 N\u00fameros absolutos de testes para convid-19 \u2013 Paran\u00e1&lt;\/strong&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"15ba6ce7-75ec-4f9e-800f-c10a3ab35812\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/grafico%204.png\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"GR\u00c1FICO 5 \u2013 Testes\/100 mil habitantes para convid-19 \u2013 Paran\u00e1\" data-caption=\"&lt;strong&gt;GR\u00c1FICO 5 \u2013 Testes\/100 mil habitantes para convid-19 \u2013 Paran\u00e1&lt;\/strong&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"b60363f5-d19e-4a34-918d-41e4c967e7ef\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/grafico%205.png\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Como efeito dos dois fatores \u2013 flexibiliza\u00e7\u00e3o do isolamento e aumento da testagem \u2013, \u00e9 poss\u00edvel supor que os n\u00fameros atuais da covid-19 no estado tanto indicam um agravamento do problema, quanto refletem mais fielmente os fatos relacionados \u00e0 pandemia. Isso, por \u00f3bvio, demanda uma resposta dos agentes pol\u00edticos, cabendo, portanto, perguntar: como os governos t\u00eam reagido?<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>A tend\u00eancia \u00e0 flexibiliza\u00e7\u00e3o das medidas de isolamento foi revertida. A capital do estado, Curitiba, adotou em 9 de junho, o <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><em><span>Programa de Responsabilidade Sanit\u00e1ria e Social<\/span><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, pelo qual, mediante um sistema de bandeiras, monitora a situa\u00e7\u00e3o da pandemia a partir de tr\u00eas cores: amarelo (alerta), laranja (risco m\u00e9dio) e vermelho (risco alto) [1].<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>&nbsp;Logo a seguir, no dia 13\/06, quando a ocupa\u00e7\u00e3o de leitos de UTI por pacientes com covid-19 chegou a 74%, o munic\u00edpio aumentou o alerta de amarelo para laranja, o que na pr\u00e1tica resultou em maior restri\u00e7\u00e3o para a circula\u00e7\u00e3o de pessoas e funcionamento dos servi\u00e7os [2].<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>As provid\u00eancias n\u00e3o se resumem \u00e0 capital e, em 30 de junho, em face do agravamento da situa\u00e7\u00e3o, o governo estadual decretou um aperto nas restri\u00e7\u00f5es [3]<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, impondo, entre outras coisas, o fechamento de atividades n\u00e3o essenciais em sete regionais de sa\u00fade, abrangendo 134 munic\u00edpios. A medida come\u00e7ou a vigorar em primeiro de julho e tem dura\u00e7\u00e3o inicial de 14 dias, prorrog\u00e1veis por mais sete.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em suma, o Paran\u00e1 n\u00e3o logrou manter o quadro relativamente confort\u00e1vel que exibia at\u00e9 o in\u00edcio de junho e que levou ao j\u00e1 famoso paradoxo: quanto mais eficaz for o isolamento, mais ele parece desnecess\u00e1rio a parcelas relevantes da sociedade. A consequ\u00eancia \u00e9 o aumento das press\u00f5es sobre os agentes pol\u00edticos para flexibiliz\u00e1-las. At\u00e9 aqui, o resultado tem sido um \u201cabre e fecha\u201d que n\u00e3o tem equacionado satisfatoriamente nem a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, nem seus desastrosos efeitos sociais e econ\u00f4micos. Na medida em que estes parecem inevit\u00e1veis em qualquer cen\u00e1rio, cabe perguntar se n\u00e3o \u00e9 chegada a hora de um maior protagonismo estatal para a preserva\u00e7\u00e3o da vida e de condi\u00e7\u00f5es materiais m\u00ednimas, pois j\u00e1 podemos estar no limiar da ado\u00e7\u00e3o de uma economia de guerra. As pr\u00f3ximas semanas ser\u00e3o cruciais nesse sentido.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p><em>[1]&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/avanco-da-covid-19-tem-monitoramento-por-bandeiras-em-curitiba\/56256\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/avanco-da-covid-19-tem-monitoramento-por-bandeiras-em-curitiba\/56256<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span><span><span>[2]&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/prefeitura-aumenta-alerta-contra-covid-19-e-restringe-atividades-em-curitiba\/56285\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.curitiba.pr.gov.br\/noticias\/prefeitura-aumenta-alerta-contra-covid-19-e-restringe-atividades-em-curitiba\/56285<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span><span><span>[3]&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"http:\/\/www.aen.pr.gov.br\/modules\/noticias\/article.php?storyid=107669&amp;tit=Estado-impoe-medidas-mais-restritivas-para-conter-pandemia-da-Covid-19\"><span><span><span><span><span><span><span><span>http:\/\/www.aen.pr.gov.br\/modules\/noticias\/article.php?storyid=107669&amp;tit=Estado-impoe-medidas-mais-restritivas-para-conter-pandemia-da-Covid-19<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o primeiro texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. 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