{"id":233,"date":"2020-07-15T00:34:19","date_gmt":"2020-07-15T00:34:19","guid":{"rendered":"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/15\/especial-abcp-acoes-mato-grosso-sul-enfrentamento\/"},"modified":"2020-07-15T00:34:19","modified_gmt":"2020-07-15T00:34:19","slug":"especial-abcp-acoes-mato-grosso-sul-enfrentamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/especial-abcp-acoes-mato-grosso-sul-enfrentamento\/","title":{"rendered":"ESPECIAL ABCP: As a\u00e7\u00f5es de Mato Grosso do Sul no enfrentamento \u00e0 pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o nono texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<h4><em>Este \u00e9 o nono&nbsp;texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler a an\u00e1lise sobre&nbsp;Mato Grosso do Sul publicada na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, clique <a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/12\/especial-abcp-acoes-mato-grosso-sul\/\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para saber mais detalhes sobre essa s\u00e9rie especial, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/noticias\/2020\/07\/especial-abcp-governos-estaduais-e-acoes-enfrentamento\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<hr \/>\n<p><span><span><span><strong><span><span>Mato Grosso do Sul: a pandemia do novo coronav\u00edrus e as desigualdades socioecon\u00f4micas do estado<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Nome dos(as) autores(as):&nbsp;D\u00e9borah Silva do Monte;&nbsp;Marcos Prudencio e&nbsp;Elaine Regina Prudencio Hip\u00f3lito da Silva<\/p>\n<p>Institui\u00e7\u00f5es \u00e0s quais os(as) autores(as) est\u00e3o vinculados(as):&nbsp;Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD);&nbsp;Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)<\/p>\n<p>Titula\u00e7\u00e3o dos(as) autores(as) e institui\u00e7\u00e3o em que a obtiveram:&nbsp;Doutora em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (PUC&nbsp;Minas);&nbsp;Doutorando e Mestre em Geografia (UFMS);&nbsp;Mestre em Enfermagem (UFMS)<\/p>\n<p>Regi\u00e3o:&nbsp;Centro-oeste<\/p>\n<p>Governador (Partido):&nbsp;Reinaldo Azambuja (PSDB)<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o:&nbsp;&nbsp;2.778.986 habitantes<\/p>\n<p>N\u00famero de munic\u00edpios:&nbsp;79<\/p>\n<p>Casos confirmados em 13\/07\/2020:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>13.461<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00d3bitos confirmados em 13\/07\/2020:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>167<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Casos por 100 mil hab.:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>484,38<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00d3bitos por 100 mil hab.:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>6,00<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>* Por:&nbsp;D\u00e9borah Silva do Monte;&nbsp;Marcos Prudencio e&nbsp;Elaine Regina Prudencio Hip\u00f3lito da Silva<\/strong><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>A quest\u00e3o regional brasileira \u00e9 crucial para an\u00e1lise de pol\u00edticas p\u00fablicas, especialmente em quest\u00f5es sanit\u00e1rias. Desde o in\u00edcio da pandemia do novo coronav\u00edrus, j\u00e1 se havia a ideia de que cada regi\u00e3o seria afetada de uma forma diferente, tendo em vista que somos um pa\u00eds de dimens\u00f5es continentais. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Mato Grosso do Sul n\u00e3o foge a&nbsp;essa realidade e apresenta um ritmo crescente de dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus com 95% dos seus munic\u00edpios acometidos. Ainda que quando comparado aos outros estados ocupe a \u00faltima posi\u00e7\u00e3o em n\u00famero de casos e mortes, os n\u00fameros s\u00e3o preocupantes: at\u00e9 12\/07 eram 13.461 casos confirmados e 167 \u00f3bitos (letalidade 1,2%).&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Mato Grosso do Sul apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 57%, em 12\/07, do n\u00famero de mortes causadas pelo novo coronav\u00edrus em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00e9dias das duas semanas anteriores<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>. Ademais, o estado apresenta expressivo aumento de casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) em 2020. Entre os dias 03 e&nbsp;10\/07, o n\u00famero total de pacientes hospitalizados por SRAG passou de 3.523 para 3.939, representando um aumento de mais de 300% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2019<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>. Tal fen\u00f4meno parece estar relacionado \u00e0 subnotifica\u00e7\u00e3o de casos de COVID-19 no estado.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O quadro torna-se ainda mais cr\u00edtico&nbsp;ao analisar a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o global de leitos SUS (casos confirmados e suspeitos para COVID-19, e outros casos) por macrorregi\u00e3o. Nesse cen\u00e1rio, temos em Campo Grande &#8211; 70%, Dourados &#8211; 52%, Tr\u00eas Lagoas &#8211; 57% e Corumb\u00e1 &#8211; 81% de ocupa\u00e7\u00e3o. Relativamente ao isolamento social a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais alarmante, correspondendo a 46,67%, o quinto pior \u00edndice do pa\u00eds em 12\/07.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Como observado tamb\u00e9m em outros pa\u00edses, a pandemia escancara os problemas sociais e econ\u00f4micos de cada sociedade ao unir e amplificar a desigualdade de renda \u00e0 desigualdade de acesso \u00e0 sa\u00fade<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>. Dessa forma, considerando os n\u00fameros de 10\/06 a 10\/07 em rela\u00e7\u00e3o ao \u00cdndice de Gini<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, temos o seguinte cen\u00e1rio.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"MS\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"9ce3a851-7690-4143-b1e3-82f24c891a4d\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/image2_0.jpg\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Analisando os casos confirmados at\u00e9 10\/06, vemos que a contamina\u00e7\u00e3o se concentrou mais na mesorregi\u00e3o sul do estado, tendo como foco principal o munic\u00edpio de Dourados. O aumento dos n\u00fameros em Dourados se relaciona \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o por COVID-19 em ind\u00fastrias frigor\u00edficas, sendo que informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho apontam para mais de mil casos entre os funcion\u00e1rios<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>. Al\u00e9m disso, a maior fragmenta\u00e7\u00e3o territorial, a integra\u00e7\u00e3o pelas rodovias e a baixa taxa de isolamento social s\u00e3o vari\u00e1veis que corroboram a hip\u00f3tese explicativa do grande n\u00famero de casos em cidade menores ao redor de Dourados.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Ao observarmos os casos confirmados at\u00e9 10\/07, a capital Campo Grande parece retornar como epicentro do v\u00edrus, com crescimento de 625% no n\u00famero de casos entre 10\/06 e 10\/07, enquanto Dourados apresenta 2016% de eleva\u00e7\u00e3o para o mesmo per\u00edodo. O segundo cartograma relaciona os munic\u00edpios mais social e economicamente desiguais aos casos de COVID-19.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"ms 2\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"e5ce1b60-bcf0-4212-938f-7859b704ac91\" height=\"385\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/MS%202_0.jpg\" width=\"560\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O governo do estado tomou algumas medidas ante o aumento exponencial do n\u00famero de casos e mortes e a&nbsp;press\u00e3o de setores econ\u00f4micos do estado para a flexibiliza\u00e7\u00e3o do distanciamento social, como a abertura do com\u00e9rcio. Destaca-se, assim, a obrigatoriedade do uso de m\u00e1scaras em \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, estabelecimentos privados de acesso ao p\u00fablico e transportes coletivos intermunicipais e interestaduais a partir de 22\/06 (Decreto 15.456). <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Tal a\u00e7\u00e3o contrasta com os vetos do presidente Bolsonaro \u00e0 Lei 14.019\/2020, desobrigando o uso de m\u00e1scaras em organismos p\u00fablicos, com\u00e9rcio, ind\u00fastrias, templos religiosos e pres\u00eddios<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>.&nbsp;Este evento ilustra a aus\u00eancia de articula\u00e7\u00e3o e a crise entre o governo federal, cuja pasta da sa\u00fade est\u00e1 sem ministro titular h\u00e1 quase dois meses, e os governos estaduais.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Destaca-se, tamb\u00e9m, a implanta\u00e7\u00e3o do Programa de Sa\u00fade e Seguran\u00e7a da Economia PROSSEGUIR (Decreto 15.462), que estabelece bandeiras de baixo, m\u00e9dio, alto e extremo risco para cada macrorregi\u00e3o de sa\u00fade do estado e institui a observ\u00e2ncia de protocolos especiais para o exerc\u00edcio de algumas atividades econ\u00f4micas, a depender da situa\u00e7\u00e3o da pandemia em cada macrorregi\u00e3o. O PROSSEGUIR busca subsidiar pol\u00edticas p\u00fablicas municipais e decis\u00f5es sobre a ado\u00e7\u00e3o de medidas de restri\u00e7\u00e3o ou flexibiliza\u00e7\u00e3o do distanciamento social, com o potencial de articular melhor os governos estadual e municipais na gest\u00e3o da crise<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Ademais, \u00f3rg\u00e3os de controle e fiscaliza\u00e7\u00e3o, como o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado de Mato Grosso do Sul e o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, divulgaram notas de esclarecimento \u00e0s popula\u00e7\u00f5es de Campo Grande, Dourados e Tr\u00eas Lagoas, alertando para a necessidade do distanciamento social e reafirmando as recomenda\u00e7\u00f5es feitas \u00e0s autoridades municipais e estaduais de sa\u00fade.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Mato Grosso do Sul, assim como outros estados da regi\u00e3o Centro-Oeste, encontra-se em uma complexa situa\u00e7\u00e3o de eleva\u00e7\u00e3o de casos e \u00f3bitos que coloca em evid\u00eancia a intera\u00e7\u00e3o entre as desigualdades sociais, econ\u00f4micas e de acesso \u00e0 sa\u00fade. O pior da pandemia n\u00e3o passou e as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o, distanciamento social e testagem ainda s\u00e3o as \u00fanicas sa\u00eddas.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[1] https:\/\/g1.globo.com\/bemestar\/coronavirus\/noticia\/2020\/07\/12\/casos-e-mortes-por-coronavirus-no-brasil-em-12-de-julho-segundo-consorcio-de-veiculos-de-imprensa.ghtml?.uhm<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em>[2]&nbsp;<span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.douradosnews.com.br\/noticias\/cidades\/estado-tem-mais-de-400-hospitalizados-com-sindrome-respiratoria-em-uma\/1132254\/<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[3]&nbsp;Przeworski, Adam. Life in the Times of COVID19 (6): Inequality. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em>[4]&nbsp;<span><span><span><span><span><span>\u00cdndice que demonstra a desigualdade econ\u00f4mica em uma escala que vai de 0 (menos desigual) a 1 (mais desigual).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em>[5]&nbsp;<span><span><span><span><span><span>https:\/\/noticias.uol.com.br\/ultimas-noticias\/reuters\/2020\/07\/03\/mpt-diz-que-casos-de-covid-19-em-fabricas-de-alimentos-em-dourados-passam-de-1000.htm<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[6]&nbsp;<span><span>https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2020\/07\/03\/bolsonaro-veta-uso-obrigatorio-de-mascara-no-comercio-em-escolas-e-em-igrejas<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span><span><span>[7]&nbsp;http:\/\/www.ms.gov.br\/prosseguir-governo-apresenta-plano-para-evitar-mais-restricoes-e-lockdown\/<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o nono texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-233","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/233","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=233"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/233\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=233"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=233"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=233"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}