{"id":249,"date":"2020-07-17T02:00:24","date_gmt":"2020-07-17T02:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/17\/especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento-pandemia\/"},"modified":"2020-07-17T02:00:24","modified_gmt":"2020-07-17T02:00:24","slug":"especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento-pandemia\/","title":{"rendered":"ESPECIAL ABCP: As a\u00e7\u00f5es da Para\u00edba no enfrentamento \u00e0 pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o vig\u00e9simo s\u00e9timo texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<h4><em>Este \u00e9 o vig\u00e9simo s\u00e9timo texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler a an\u00e1lise sobre a Para\u00edba&nbsp;publicada na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/12\/especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento\/\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para saber mais detalhes sobre essa s\u00e9rie especial, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/noticias\/2020\/07\/especial-abcp-governos-estaduais-e-acoes-enfrentamento\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<hr \/>\n<p><span><span><span><strong><span><span>O &#8220;Novo normal&#8221; na Para\u00edba: interioriza\u00e7\u00e3o, risco de efeito bumerangue e reabertura<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Nome dos(as)&nbsp;autores(as) e institui\u00e7\u00e3o a que est\u00e3o vinculados(as): Lizandra Serafim e&nbsp;Henrique&nbsp;<span><span><span><span><span><span>Zeferino de<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span> Menezes &#8211;&nbsp;Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB)<\/p>\n<p>Titula\u00e7\u00e3o&nbsp;dos(as) autores(as) e institui\u00e7\u00e3o&nbsp;em que a&nbsp;obtiveram: (Lizandra)&nbsp;Doutorado em Ci\u00eancias Sociais (UNICAMP); (Henrique) Doutorado em Ci\u00eancia Pol\u00edtica (UNICAMP)<\/p>\n<p>Regi\u00e3o: Nordeste<\/p>\n<p>Governador (Partido):&nbsp;Jo\u00e3o Azevedo (Cidadania)<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o:&nbsp;4.018.000&nbsp;(estimada IBGE 2019)<\/p>\n<p>N\u00famero de munic\u00edpios:&nbsp;223<\/p>\n<p>Casos confirmados em 15\/07\/2020:&nbsp;63.939<\/p>\n<p>\u00d3bitos confirmados em 15\/07\/2020:&nbsp;1.383<\/p>\n<p>Casos por 100 mil hab.:&nbsp;1.591<\/p>\n<p>\u00d3bitos por 100 mil hab.:&nbsp;34<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>* Por:&nbsp;Lizandra Serafim e Henrique&nbsp;<span><span><span><span><span><span>Zeferino de<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><strong> <\/strong>Menezes<\/strong><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O m\u00eas de junho consolidou a interioriza\u00e7\u00e3o da Covid-19 no Nordeste e na Para\u00edba. E, j\u00e1 no in\u00edcio de julho, o Comit\u00ea Cient\u00edfico de combate ao Coronav\u00edrus do Cons\u00f3rcio Nordeste (C4) alertou para a possibilidade de ocorr\u00eancia de um efeito bumerangue em todas as capitais do Nordeste [1]<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, em raz\u00e3o desse processo. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Na Para\u00edba, a velocidade de cont\u00e1gio no interior foi significativamente superior \u00e0 identificada em Jo\u00e3o Pessoa, desde a segunda quinzena de junho, fazendo com que a pandemia alcan\u00e7asse todas as regi\u00f5es do estado. Para ilustrar esse cen\u00e1rio, as cinco cidades com as maiores taxas de crescimento de casos foram Sousa, Patos, Cajazeiras, Alagoa Grande e Conde \u2013 apenas a \u00faltima integra a microrregi\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa. Esses dados indicam a possibilidade de ocorr\u00eancia do efeito bumerangue em Jo\u00e3o Pessoa no futuro pr\u00f3ximo.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Nota-se que, apesar da queda na demanda por leitos de enfermaria na capital, permaneceu elevada a ocupa\u00e7\u00e3o de leitos de UTI, pela demanda proveniente justamente de munic\u00edpios interioranos. Diante deste cen\u00e1rio, em seu nono Boletim, o Comit\u00ea recomendou: a) o estabelecimento de barreiras sanit\u00e1rias; b) rod\u00edzio ou outro sistema de controle de fluxo de tr\u00e1fego nas principais rodovias do estado; c) fechamento tempor\u00e1rio de divisas com Pernambuco e Rio Grande do Norte; d) cria\u00e7\u00e3o de Brigadas Emergenciais de Sa\u00fade em todo o estado [2]<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Entretanto, o caminho trilhado pelo governo estadual foi outro. Em 12 de junho, sob crescente press\u00e3o do empresariado pela reabertura do com\u00e9rcio e servi\u00e7os em geral e da baixa ades\u00e3o popular ao isolamento social (que n\u00e3o chegou ao m\u00ednimo estabelecido de 50%, mesmo nos munic\u00edpios onde vigorou o isolamento social r\u00edgido), o governo do estado estabeleceu o &#8220;Plano Novo Normal Para\u00edba&#8221;, com a publica\u00e7\u00e3o do Decreto 40.304, de 15 de junho. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Plano visa a retomada gradual das atividades e foi viabilizado pela amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de resposta do sistema de sa\u00fade do estado, representado pela a) oferta de mais de mil leitos para Covid-19; b) aumento da testagem da popula\u00e7\u00e3o, incluindo a distribui\u00e7\u00e3o de testes aos munic\u00edpios e testagem na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria (at\u00e9 o dia 15 de julho haviam sido realizados 185.202 testes [3]<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span> &#8211; o que significa 4.170 testes para cada 100 mil habitantes e a maior taxa de testagem entre os estados do Nordeste); c) avan\u00e7os das medidas para desacelera\u00e7\u00e3o paulatina da dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span><span>incluindo protocolos sanit\u00e1rios para estabelecimentos p\u00fablicos e privados e produ\u00e7\u00e3o e compartilhamento de dados entre \u00f3rg\u00e3os competentes<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>; d) manuten\u00e7\u00e3o da menor taxa de letalidade da regi\u00e3o Nordeste no \u00faltimo m\u00eas <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span><span>(2,1%, abaixo da m\u00e9dia nacional de 3,8% e sexto lugar entre os demais estados).<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Plano funciona atrav\u00e9s da avalia\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica dos munic\u00edpios em bandeiras nas cores verde, amarela, laranja e vermelha, correspondentes aos n\u00edveis de restri\u00e7\u00f5es que devem ser obedecidas. As cores das bandeiras t\u00eam por objetivo subsidiar os gestores municipais na tomada de decis\u00f5es para evitar o aumento da propaga\u00e7\u00e3o do novo coronav\u00edrus, permitindo o retorno das atividades econ\u00f4micas. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>A classifica\u00e7\u00e3o em bandeiras leva em considera\u00e7\u00e3o as taxas de obedi\u00eancia ao isolamento, progress\u00e3o de casos novos da Covid-19, letalidade e ocupa\u00e7\u00e3o hospitalar e s\u00e3o analisadas cumulativamente em intervalos de 15 dias.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Nas tr\u00eas avalia\u00e7\u00f5es realizadas pela SES houve progresso na situa\u00e7\u00e3o geral do estado, com uma continuada transi\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios da situa\u00e7\u00e3o vermelha e laranja para amarela e verde. Na primeira avalia\u00e7\u00e3o, em 15 de junho, 126 munic\u00edpios foram classificados com bandeira laranja, 82 com bandeira amarela, 14 com bandeira vermelha e apenas 1 com bandeira verde. J\u00e1 na terceira e mais atual, 182 munic\u00edpios se encontram com bandeira amarela (o que significa 92% dos munic\u00edpios e 86,95% da popula\u00e7\u00e3o paraibana), 23 com bandeira verde, 18 com bandeira laranja e nenhum com bandeira vermelha.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Mapa 01 - Terceira etapa do Plano Novo Normal - PB (vig\u00eancia de 13\/07 a 27\/07\/20)\" data-caption=\"&lt;strong&gt;Mapa 01 - Terceira etapa do Plano Novo Normal - PB (vig\u00eancia de 13\/07 a 27\/07\/20)&lt;\/strong&gt;&lt;br \/&gt;\n&lt;br \/&gt;\n&lt;em&gt;Fonte: Secretaria Estadual de Sa\u00fade (SES) - Para\u00edba. Dispon\u00edvel em: &lt;a href=&quot;https:\/\/paraiba.pb.gov.br\/diretas\/saude\/coronavirus\/novonormalpb&quot;&gt;https:\/\/paraiba.pb.gov.br\/diretas\/saude\/coronavirus\/novonormalpb&lt;\/a&gt;&lt;\/em&gt;\" data-entity-type=\"file\" data-entity-uuid=\"b79975f5-a6b9-4db7-aac0-3975403e79d5\" src=\"\/sites\/default\/files\/imagens\/wysiwyg\/pb%201.png\" \/><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Note-se que os munic\u00edpios de Bayeux e Santa Rita destacam-se na microrregi\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa pela sua manuten\u00e7\u00e3o na faixa laranja na terceira etapa do Plano. Como apresentado na an\u00e1lise anterior [4]<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, s\u00e3o as cidades com as maiores taxas de letalidade no estado, apontando para uma rela\u00e7\u00e3o forte entre os n\u00edveis de renda, pobreza e desigualdade com as taxas de mortalidade e letalidade.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em termos gerais, a Para\u00edba contabilizou 62.462 casos confirmados, distribu\u00eddos entre 219 dos 223 munic\u00edpios do estado. O n\u00famero de \u00f3bitos subiu de 1.302 para 1.342 entre os dias 13 e 14 de julho. De acordo com a SES s\u00e3o 23.027 casos recuperados, al\u00e9m dos j\u00e1 mencionados 185.202 testes para diagn\u00f3stico da Covid-19 realizados. A ocupa\u00e7\u00e3o de leitos de UTI adulto, pedi\u00e1trico e obst\u00e9trico em todo o estado \u00e9 de 55%. Na Regi\u00e3o Metropolitana de Jo\u00e3o Pessoa, 62% dos leitos de UTI para adultos est\u00e3o ocupados, enquanto em Campina Grande a ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 49% de leitos de UTI adulto e no Sert\u00e3o essa taxa vem aumentando e alcan\u00e7a 65%.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>A ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas sociais, para minimizar os custos humanos da pandemia, assim como medidas de est\u00edmulo ao setor privado, \u00e9 fundamental no enfretamento da pandemia. O \u201cPrograma Cart\u00e3o Alimenta\u00e7\u00e3o\u201d teve um reajuste tempor\u00e1rio de 42%, para atender as fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social durante a pandemia. Atualmente, ele atende cerca de 52 mil fam\u00edlias paraibanas. <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O \u201cPrograma Empreender PB\u201d ampliou os atendimentos, com a assinatura de 400 contratos em domic\u00edlio. Desde o in\u00edcio do isolamento social, j\u00e1 foram liberados mais de R$ 10 milh\u00f5es em microcr\u00e9ditos para pequenos empreendedores de 100 munic\u00edpios. Ainda, para amenizar o fluxo do caixa das empresas, manter empregos e reduzir a burocracia, a Secretaria de Estado da Fazenda&nbsp;apresentou 21 medidas que beneficiam as empresas paraibanas com foco nas optantes do Simples Nacional, representando mais de 90% dos estabelecimentos com inscri\u00e7\u00f5es estaduais.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Os dados, analisados de forma fria, mostram certa estabilidade da situa\u00e7\u00e3o na Para\u00edba, especialmente se comparados com outros estados da regi\u00e3o e do pa\u00eds, e uma forte presen\u00e7a e predomin\u00e2ncia do governo estadual na gest\u00e3o da crise, se comparado \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos prefeitos dos maiores munic\u00edpios do estado. Entretanto, \u00e9 preocupante a r\u00e1pida interioriza\u00e7\u00e3o da pandemia e o risco de que isso produza o mencionado efeito bumerangue na capital, Jo\u00e3o Pessoa.&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p><em>[1]&nbsp;<span><span><span><span><span><span>Efeito bumerangue refere-se a uma esp\u00e9cie de segunda onda de infec\u00e7\u00e3o e risco de sobrecarga do sistema hospitalar das capitais resultante de um fluxo massivo de casos graves de pacientes residentes no interior dos estados, devido \u00e0 falta de infraestrutura hospitalar capaz de atender casos de alta gravidade. Ver Boletim 09 do Comit\u00ea Cient\u00edfico de Combate ao Coronav\u00edrus &#8211; Cons\u00f3rcio Nordeste, emitido em 2\/07\/20, dispon\u00edvel em <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/www.comitecientifico-ne.com.br\/\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.comitecientifico-ne.com.br\/<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><span><span><span><span><span><span> . Acesso em 15 de julho de 2020.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[2]&nbsp;A Brigada Sanit\u00e1ria consiste em uma a\u00e7\u00e3o educativa, de diagn\u00f3stico e tratamento que envolve a busca ativa (de porta em porta) de pessoas com sintomas de s\u00edndromes gripais possivelmente relacionadas a poss\u00edveis casos de Covid-19, e focos de mosquito da dengue, zika e chikungunya, realizada por agentes de endemias, agentes comunit\u00e1rios de sa\u00fade, profissionais da Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica e da Vigil\u00e2ncia Ambiental e Zoonoses nos bairros de Jo\u00e3o Pessoa.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[3]&nbsp;De acordo com dados da SES, a Para\u00edba \u00e9 o s\u00e9timo estado com a melhor taxa de testagem da popula\u00e7\u00e3o, ficando abaixo do Distrito Federal (10.529), Amap\u00e1 (5.823), Rond\u00f4nia (5.014), Rio de Janeiro (4.604), Piau\u00ed (4.280) e Amazonas (4.247)<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[4]&nbsp;Dispon\u00edvel em <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/17\/especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento-pandemia\/\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/cienciapolitica.org.br\/noticias\/2020\/06\/especial-abcp-acoes-paraiba-enfrentamento-pandemia<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o vig\u00e9simo s\u00e9timo texto da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 13 e 17 de julho na p\u00e1gina da ABCP. 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