{"id":287,"date":"2020-08-28T01:12:00","date_gmt":"2020-08-28T01:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/08\/28\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-2\/"},"modified":"2020-08-28T01:12:00","modified_gmt":"2020-08-28T01:12:00","slug":"especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-2\/","title":{"rendered":"ESPECIAL ABCP: As a\u00e7\u00f5es do Maranh\u00e3o no enfrentamento \u00e0 pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o vig\u00e9simo terceiro texto da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 24\u00a0e 28\u00a0de agosto na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<h4><em>Este \u00e9 o vig\u00e9simo terceiro texto da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 24&nbsp;e 28&nbsp;de agosto na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler a an\u00e1lise sobre o Maranh\u00e3o&nbsp;publicada na \u00faltima&nbsp;edi\u00e7\u00e3o, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/16\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia\/\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ter acesso a todas&nbsp;as an\u00e1lises publicadas nesta&nbsp;4\u00aa edi\u00e7\u00e3o, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/projetos\/especial-abcp-4a-edicao-governos-estaduais-e-acoes\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<hr \/>\n<p><strong><span><span><span><span><span><span>O Maranh\u00e3o ap\u00f3s cinco meses de pandemia<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p>Nome dos(as)&nbsp;autores(as) e institui\u00e7\u00e3o a que est\u00e3o vinculados(as): Hesa\u00fa R\u00f4mulo Braga Pinto (Universidade Federal do Tocantins) e&nbsp;Ananda Beatriz Rodrigues Marques (Universidade Federal do Piau\u00ed)<\/p>\n<p>Titula\u00e7\u00e3o&nbsp;dos(as) autores(as) e institui\u00e7\u00e3o&nbsp;em que a&nbsp;obtiveram: (Hesa\u00fa) Mestre em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela UFPI;&nbsp;(Ananda) Mestra em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela UFPI<\/p>\n<p>Regi\u00e3o: Nordeste<\/p>\n<p>Governador (Partido):&nbsp;Fl\u00e1vio Dino (PCdoB)<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o:&nbsp;7.075.181 pessoas em 2019<\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>Data do registro do primeiro caso no estado:&nbsp;<\/span><\/span>20\/03\/2020<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>Data do primeiro \u00f3bito no estado:&nbsp;<\/span><\/span>29\/03\/2020<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>Casos confirmados em 25\/08\/2020:&nbsp;<\/span><\/span>145.921<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>\u00d3bitos confirmados em 25\/08\/2020:&nbsp;<\/span><\/span>3.377<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>Casos por 100 mil hab:&nbsp;<\/span><\/span>2.062<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>\u00d3bitos por 100 mil hab:&nbsp;<\/span><\/span>47<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>Decreto estadual em vigor no dia 23\/08\/2020: Decreto<\/span><\/span>&nbsp;N\u00ba 36.018, de&nbsp;7 de agosto de&nbsp;2020<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><span><span>\u00cdndice de isolamento social no estado em 25\/08: 37,1%<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>* Por:&nbsp;Hesa\u00fa R\u00f4mulo e&nbsp;Ananda Marques<\/strong><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em 25 de agosto de 2020 o estado do Maranh\u00e3o contabilizava 145.921 casos e&nbsp;3.377 \u00f3bitos de covid-19, incid\u00eancia de 2.062 casos por 100 mil habitantes e letalidade de 2,31%. O ritmo de cont\u00e1gio da doen\u00e7a, que na citada data era estimado em 0,9, est\u00e1 h\u00e1 quase setenta dias abaixo de 1. Estes indicadores est\u00e3o acompanhados de uma redu\u00e7\u00e3o na m\u00e9dia de novos casos e novos \u00f3bitos e na queda da ocupa\u00e7\u00e3o de leitos cl\u00ednicos&nbsp;de UTI, o que tem chamado a aten\u00e7\u00e3o da imprensa, de outros estados e organismos internacionais [1]. Ap\u00f3s cinco&nbsp;meses de pandemia \u00e9 poss\u00edvel realizar um balan\u00e7o das a\u00e7\u00f5es governamentais de enfrentamento ao coronav\u00edrus no estado.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Os esfor\u00e7os governamentais analisados do in\u00edcio at\u00e9 aqui d\u00e3o conta de um processo de estabiliza\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o pelo coronav\u00edrus, bem como de um padr\u00e3o de atua\u00e7\u00e3o coordenada entre Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es [2]&nbsp;e os munic\u00edpios maranhenses a partir de uma l\u00f3gica de regionaliza\u00e7\u00e3o do acesso aos leitos hospitalares e do estabelecimento de diretrizes de enfrentamento para as secretarias municipais de sa\u00fade. Em primeiro lugar pode-se destacar o processo de interioriza\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o. Ocorrido, como bem destacamos em an\u00e1lises anteriores, da capital para as principais cidades do territ\u00f3rio. Isto ocorreu em conson\u00e2ncia com as situa\u00e7\u00f5es epidemiol\u00f3gicas dos estados cujas fronteiras s\u00e3o compartilhadas com o Maranh\u00e3o.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Pelo lado oeste, a segunda maior cidade do estado, Imperatriz, experienciou uma press\u00e3o sobre o sistema de sa\u00fade nos meados de maio e junho, estabilizando logo em seguida para agora, no m\u00eas de agosto, voltar a indicar aumento no n\u00famero de casos e da ocupa\u00e7\u00e3o de leitos. Esse repique na curva de Imperatriz pode ser atribu\u00eddo \u00e0 baixa ades\u00e3o \u00e0s medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas e \u00e0 subnotifica\u00e7\u00e3o de casos, que \u00e9 bastante elevada, principalmente no munic\u00edpio de Imperatriz, onde estima-se que, a cada dez&nbsp;casos, nove&nbsp;n\u00e3o s\u00e3o testados e, consequentemente, n\u00e3o s\u00e3o notificados. Nesta regi\u00e3o de sa\u00fade foi implementado um hospital de campanha, em parceria p\u00fablico-privada, no munic\u00edpio de A\u00e7ail\u00e2ndia, a 70 km de Imperatriz.&nbsp;A&nbsp;estrutura tempor\u00e1ria assimilou a sobrecarga na rede hospitalar da regi\u00e3o.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Pelo lado leste, fronteiri\u00e7o ao estado do Piau\u00ed, a primeira onda ocorreu de maneira \u201ctardia\u201d, por assim dizer, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o da pandemia em S\u00e3o Lu\u00eds. Este atraso na infec\u00e7\u00e3o ofereceu algumas condi\u00e7\u00f5es de resist\u00eancia mais elaborada do que se percebeu quando ainda dos primeiros sinais de estresse na rede assistencial da capital. O tempo de prepara\u00e7\u00e3o e a resposta na aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos para implanta\u00e7\u00e3o de leitos cl\u00ednicos e de UTI serviu de base, no nosso entendimento, para que os efeitos sentidos na regi\u00e3o leste fossem minorados quando se enxerga o contexto geral do estado.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em terceiro lugar a onda de contamina\u00e7\u00e3o invadiu, como se esperava, a regi\u00e3o sul do estado. Com a sede regional no munic\u00edpio de Balsas concentrando a maior parte dos casos visualizados, o que se percebeu foi uma contamina\u00e7\u00e3o territorializada e amplamente difundida. A chegada do coronav\u00edrus na regi\u00e3o foi acompanhada, pelos relat\u00f3rios analisados, de uma amplia\u00e7\u00e3o dos leitos de UTI na regi\u00e3o, mas a principal medida aconteceu no tratamento de casos leves. Um hospital de campanha adaptado e ambulat\u00f3rio para tratamento inicial da doen\u00e7a.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Das 19 regi\u00f5es de sa\u00fade presentes no estado, as quatro com maior incid\u00eancia no n\u00famero absoluto&nbsp;de casos de coronav\u00edrus s\u00e3o S\u00e3o Lu\u00eds, Santa In\u00eas, Imperatriz e Balsas. A presen\u00e7a da regi\u00e3o de Santa In\u00eas levanta a hip\u00f3tese de que o investimento realizado em testagem, notadamente pela prefeitura municipal, elevou o patamar n\u00e3o s\u00f3 da cidade mas tamb\u00e9m dos munic\u00edpios do entorno, no quadro geral de pessoas infectadas.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O resultado do inqu\u00e9rito sorol\u00f3gico [3], divulgado na ter\u00e7a-feira,&nbsp;25&nbsp;de agosto, indicou preval\u00eancia de anticorpos contra o novo coronav\u00edrus em 40,4% da popula\u00e7\u00e3o maranhense, a maior dentre os estudos realizados no Brasil at\u00e9 este momento. O detalhamento da preval\u00eancia indica que pretos e pardos somam 80% dos contaminados; e que a popula\u00e7\u00e3o com menor escolaridade tamb\u00e9m soma cerca de 80% dos contaminados, pois aqueles com ensino fundamental completo somam 37,7% e com ensino m\u00e9dio completo somam 41,9%, contra 20,4% de preval\u00eancia entre aqueles com ensino superior completo, a maior escolaridade categorizada na pesquisa.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Quanto \u00e0 renda e ao n\u00famero de moradores do domic\u00edlio, verifica-se que a preval\u00eancia nos estratos de maior e de menor renda \u00e9 semelhante, sendo de 17,7% entre aqueles com renda menor que mil reais e de 19% entre aqueles com renda maior que tr\u00eas mil reais. Uma hip\u00f3tese explicativa a partir do que se observou no munic\u00edpio de S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 que a doen\u00e7a teve foco inicial entre aqueles de maior renda que viajaram para o exterior, mas, com o passar do tempo, se espalhou pelos bairros populares e, subsequentemente, houve a interioriza\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Al\u00e9m disso, quanto maior o n\u00famero de moradores, maior a preval\u00eancia de contato com o v\u00edrus, o que indica que as condi\u00e7\u00f5es de moradia&nbsp;s\u00e3o um proxy de outros indicadores sociais, atuando como determinante importante da vulnerabilidade sanit\u00e1ria. Ou seja, \u00e9 preciso analisar a crise sanit\u00e1ria tamb\u00e9m sob a perspectiva social e levar em considera\u00e7\u00e3o as desigualdades hist\u00f3ricas e regionais do Brasil.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O que se observa \u00e9 que, apesar das diretrizes sanit\u00e1rias decretadas pelo governo estadual, das fiscaliza\u00e7\u00f5es realizadas e a\u00e7\u00f5es de apoio \u00e0 popula\u00e7\u00e3o (como a distribui\u00e7\u00e3o de m\u00e1scaras, \u00e1lcool, implementa\u00e7\u00e3o de pontos de higiene e regras de distanciamento social), a principal estrat\u00e9gia de enfrentamento \u00e0 pandemia foi a amplia\u00e7\u00e3o da capacidade hospitalar atrav\u00e9s da instala\u00e7\u00e3o de leitos de UTI e cl\u00ednicos espec\u00edficos para pacientes de coronav\u00edrus e dos investimentos na contrata\u00e7\u00e3o de profissionais, reformas e constru\u00e7\u00f5es de hospitais, compra de medicamentos e organiza\u00e7\u00e3o de fluxos regionais de atendimento aos casos.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Nos pa\u00edses que conseguiram controlar a doen\u00e7a houve um esfor\u00e7o por parte dos governantes em garantir o cumprimento das medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, principalmente o isolamento social. No Brasil, a descoordena\u00e7\u00e3o federativa, o desalinhamento entre governo federal e estados, e a pol\u00edtica negacionista adotada pelo presidente da Rep\u00fablica criaram este cen\u00e1rio de mil mortos por dia. Coube aos estados e munic\u00edpios minimizarem os impactos da doen\u00e7a em seus territ\u00f3rios.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>No Maranh\u00e3o, o governo estadual investiu na amplia\u00e7\u00e3o de leitos, o que garantiu certa estabilidade, mas que n\u00e3o garante o controle do v\u00edrus. Aqueles munic\u00edpios nos quais a gest\u00e3o local conseguiu organizar a aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica tiveram melhores resultados no rastreamento de casos e contatos e no estabelecimento de medidas de conten\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. A nova etapa do inqu\u00e9rito sorol\u00f3gico, anunciada para outubro, subsidiar\u00e1 uma an\u00e1lise mais segura de quais os caminhos poss\u00edveis para o estado.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong>:<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[1] Ver mais em: <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/www.paho.org\/bra\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6257:opas-e-estado-do-maranhao-se-unem-no-combate-a-covid-19&amp;Itemid=812\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.paho.org\/bra\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6257:opas-e-estado-do-maranhao-se-unem-no-combate-a-covid-19&amp;Itemid=812<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[2] Sede do Governo Estadual.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[3] Relat\u00f3rio do Inqu\u00e9rito Sorol\u00f3gico no Maranh\u00e3o. Dispon\u00edvel em: <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/www.saude.ma.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Relat%C3%B3rio-do-Inqu%C3%A9rito-Sorol%C3%B3gico-no-Maranh%C3%A3o.pdf\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/www.saude.ma.gov.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Relat%C3%B3rio-do-Inqu%C3%A9rito-Sorol%C3%B3gico-no-Maranh%C3%A3o.pdf<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><span><span><span><span><span><span> Acesso em: 25\/08\/2020&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o vig\u00e9simo terceiro texto da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 24\u00a0e 28\u00a0de agosto na p\u00e1gina da ABCP. 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