{"id":312,"date":"2021-02-11T00:20:26","date_gmt":"2021-02-11T00:20:26","guid":{"rendered":"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2021\/02\/11\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-3\/"},"modified":"2021-02-11T00:20:26","modified_gmt":"2021-02-11T00:20:26","slug":"especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia-3\/","title":{"rendered":"ESPECIAL ABCP: As a\u00e7\u00f5es do Maranh\u00e3o no enfrentamento \u00e0 pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o d\u00e9cimo quinto texto da 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 8 e 12 de fevereiro na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<h4><em>Este \u00e9 o d\u00e9cimo quinto texto da 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 8 e 12 de fevereiro na p\u00e1gina da ABCP. Acompanhe!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ler a an\u00e1lise sobre o Maranh\u00e3o publicada na \u00faltima&nbsp;edi\u00e7\u00e3o, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/tmp.cienciapolitica.org.br\/2020\/07\/16\/especial-abcp-acoes-maranhao-enfrentamento-pandemia\/\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<h4><em>Para ter acesso a todas&nbsp;as an\u00e1lises publicadas nesta 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o, clique&nbsp;<a href=\"https:\/\/cienciapolitica.org.br\/web\/projetos\/especial-abcp-5a-edicao-governos-estaduais-e-acoes\">aqui<\/a>!<\/em><\/h4>\n<hr \/>\n<p><span><span><strong>A reconfigura\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e o enfrentamento \u00e0 pandemia no Maranh\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>Nome dos(as)&nbsp;autores(as) e institui\u00e7\u00e3o a que est\u00e3o vinculados(as): Hesa\u00fa R\u00f4mulo (UFT e UnB) e&nbsp;Ananda Marques (UFP)<\/p>\n<p>Titula\u00e7\u00e3o&nbsp;dos(as) autores(as) e institui\u00e7\u00e3o&nbsp;em que a&nbsp;obtiveram: Hesa\u00fa &#8211;&nbsp;<span><span><span><span><span><span>Cientista pol\u00edtico e professor da Universidade Federal do Tocantins. Doutorando em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade de Bras\u00edlia;&nbsp;Ananda &#8211;&nbsp;Cientista Pol\u00edtica. Mestra em Ci\u00eancia Pol\u00edtica pela Universidade Federal do Piau\u00ed.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Regi\u00e3o: Nordeste<\/p>\n<p>Governador (Partido):&nbsp;Fl\u00e1vio Dino (PCdoB)<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o:&nbsp;7.075.181 pessoas em 2019<\/p>\n<p><span><span><span><span><span>N\u00famero de munic\u00edpios:<\/span><\/span><strong><span><span> <\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>217<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Casos confirmados em 31\/01\/2021:&nbsp;<span><span><span><span><span><span><span>207.488<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00d3bitos confirmados em 31\/01\/2021:&nbsp;<span><span><span><span><span><span><span>4.697<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Casos por 100 mil hab:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>2.934<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00d3bitos por 100 mil hab:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>66<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>Data de in\u00edcio do Plano de vacina\u00e7\u00e3o:&nbsp;<span><span><span><span><span><span>11 de janeiro (publica\u00e7\u00e3o), 18 de janeiro (vacina\u00e7\u00e3o). <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.saude.ma.gov.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Plano-de-Vacinacao-Maranhao-Covid19-Versao-01.pdf\">Acesse aqui o&nbsp;Plano de vacina\u00e7\u00e3o do estado<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>* Por:&nbsp;Hesa\u00fa R\u00f4mulo e&nbsp;Ananda Marques<\/strong><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Ao fim de janeiro de 2021 o Maranh\u00e3o contabilizava 207.488 casos confirmados e 4.697 \u00f3bitos, figurando entre os estados de menor letalidade, com 2,3%. Ap\u00f3s dez meses de pandemia \u00e9 poss\u00edvel avaliar com mais propriedade que a\u00e7\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es determinaram o desempenho da gest\u00e3o p\u00fablica estadual no enfrentamento da pandemia. \u00c9 este exerc\u00edcio anal\u00edtico que nos propomos aqui.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Verificando os dados das semanas epidemiol\u00f3gicas, observa-se que as piores semanas foram as de junho a agosto, quando o n\u00famero de casos e \u00f3bitos estiveram elevados e cresceram; de setembro em diante, casos e \u00f3bitos estiveram numa constante, com algumas semanas de queda significativa. Dois marcos temporais importantes para analisar estas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o o <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><em><span>lockdown<\/span><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, que ocorreu entre 5 e 17 de maio de 2020,&nbsp;e a reabertura das atividades econ\u00f4micas, a partir de 30 de junho. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso ponderar que os casos e \u00f3bitos confirmados s\u00e3o influenciados pela disponibilidade de testes e pela pol\u00edtica de utiliza\u00e7\u00e3o destes insumos por parte de&nbsp;Estado e munic\u00edpios.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O per\u00edodo de maior restri\u00e7\u00e3o nas medidas de distanciamento e isolamento social, o chamado <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><em><span>lockdown<\/span><\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><span><span><span><span><span><span>, teve efeito nas semanas seguintes, como se identifica nas curvas epidemiol\u00f3gicas de casos e \u00f3bitos. Esta determina\u00e7\u00e3o conteve, ainda que temporariamente e de forma limitada, a interioriza\u00e7\u00e3o do cont\u00e1gio, que teve in\u00edcio no feriado da Semana Santa, em meados de abril. Por\u00e9m, com a reabertura das atividades na regi\u00e3o da Grande Ilha e afrouxamento das medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas nos demais munic\u00edpios, os meses de junho, julho e agosto foram marcados pela alta de casos e \u00f3bitos.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Quase todas as atividades econ\u00f4micas voltaram a funcionar a partir de junho, com restri\u00e7\u00f5es e adequa\u00e7\u00f5es aos protocolos sanit\u00e1rios, por\u00e9m, principalmente nas cidades do interior do estado, as atividades sequer pararam e os protocolos sanit\u00e1rios&nbsp;nunca foram seguidos. Essa postura de nega\u00e7\u00e3o da gravidade da pandemia, que se observou em todo Brasil, aconteceu e acontece tamb\u00e9m no Maranh\u00e3o, apesar das campanhas de educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade promovidas por&nbsp;Estado e munic\u00edpios.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>O Maranh\u00e3o \u00e9 um caso de enfrentamento \u00e0 pandemia que chama a aten\u00e7\u00e3o devido \u00e0 escassez de recursos e os bons resultados, o que evidencia as boas escolhas de gest\u00e3o p\u00fablica estadual, que se contrapuseram&nbsp;\u00e0 descoordena\u00e7\u00e3o federativa promovida pelo governo federal. O per\u00edodo de maior rigidez das medidas n\u00e3o farmacol\u00f3gicas foi acompanhado da amplia\u00e7\u00e3o de leitos para casos de covid-19, com a organiza\u00e7\u00e3o de fluxos nas 19 regi\u00f5es de sa\u00fade para atendimento de pacientes leves e graves. Esta sufici\u00eancia de leitos talvez seja a chave para a baixa letalidade, acompanhada da alta contamina\u00e7\u00e3o na \u201cprimeira onda\u201d, como verificou-se em meados de outubro quando foi realizada a primeira etapa do inqu\u00e9rito sorol\u00f3gico&nbsp;e&nbsp;cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o maranhense j\u00e1 havia sido contaminada pelo novo coronav\u00edrus.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em novembro, as elei\u00e7\u00f5es municipais marcaram n\u00e3o s\u00f3 o acirramento da disputa pol\u00edtica pelo controle do Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es (sede do Governo do Estado do Maranh\u00e3o), com o fim de um per\u00edodo de intensa colabora\u00e7\u00e3o entre o executivo estadual e o municipal. A parceria institucional entre Fl\u00e1vio Dino (PCdoB) e Edivaldo Holanda J\u00fanior (PDT) iniciou-se em 2015, sendo intensificada com a reelei\u00e7\u00e3o do prefeito pedetista em 2016. O tipo de alian\u00e7a estabelecida permitiu que a\u00e7\u00f5es em conjunto fossem executadas nos primeiros meses de enfrentamento da pandemia.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>No entanto, com a vit\u00f3ria de Eduardo Braide (Podemos) no segundo turno, o contexto pol\u00edtico na capital se alterou drasticamente. Braide foi eleito com for\u00e7as auxiliares do Sarne\u00edsmo (derrotado nas urnas por Dino em 2018), com apoio de algumas dissid\u00eancias do grupo pol\u00edtico aliado ao Pal\u00e1cio dos Le\u00f5es e na fuga constante do r\u00f3tulo de \u201ccandidato bolsonarista\u201d. A situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica inverteu-se no que chamamos de xadrez pol\u00edtico maranhense [1], no qual a popularidade do governador do estado na capital, a mais alta alcan\u00e7ada e justamente no per\u00edodo da pandemia, n\u00e3o se refletiu nas urnas e um candidato de oposi\u00e7\u00e3o venceu as urnas.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Outro antagonismo importante se deu nos embates entre Dino e Bolsonaro, uma marca nos momentos-chave que o pa\u00eds viveu ao longo de 2020. Esta disparidade t\u00e3o grande, nos discursos e nas a\u00e7\u00f5es governamentais, n\u00e3o se arrefeceu no primeiro m\u00eas de 2021. O que se percebe, do ponto de vista anal\u00edtico, \u00e9 que a politiza\u00e7\u00e3o sobre temas referentes \u00e0 pandemia do coronav\u00edrus vai&nbsp;se alternando: testemunhou-se embates ferrenhos a respeito de distanciamento social, isolamento social, lockdown, tratamento precoce, e a ordem do dia versa sobre a vacina\u00e7\u00e3o. Alguns debates s\u00e3o infrut\u00edferos e inusitados, para usar eufemismos, como a obrigatoriedade ou n\u00e3o da vacina, a suposta baixa efic\u00e1cia da CoronaVac, a prefer\u00eancia por um tipo ou outro de imunizante, o est\u00edmulo de aquisi\u00e7\u00e3o de vacinas por parte da iniciativa privada, entre outros absurdos negacionistas di\u00e1rios. Na vida real, o antagonismo pol\u00edtico entre o governador do Maranh\u00e3o e o presidente da Rep\u00fablica \u00e9 superado porque o SUS, a duras penas, \u00e9 capilarizado o suficiente para continuar funcionando, apesar das crises e principalmente por causa delas.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Em 18 de janeiro de 2021, o governador Fl\u00e1vio Dino deu in\u00edcio \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o contra covid-19 no estado do Maranh\u00e3o, foram vacinadas cinco pessoas: quatro profissionais de sa\u00fade e uma mulher ind\u00edgena. E em 36 horas foi entregue aos 217 munic\u00edpios a primeira remessa de vacinas repassadas pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Como fez em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 testagem e atendimento da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena, a gest\u00e3o estadual assumiu o papel de apoiar os munic\u00edpios na vacina\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas, priorit\u00e1rios nesta primeira fase, atrav\u00e9s da For\u00e7a Estadual de Sa\u00fade, projeto que leva profissionais volantes aos territ\u00f3rios maranhenses que t\u00eam maior fragilidade na Aten\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><span><span><span>Para encerrar o quadro institucional que tra\u00e7amos aqui, cabe ressaltar o papel de articula\u00e7\u00e3o que o Conass&nbsp;(Conselho Nacional de Secret\u00e1rios de Sa\u00fade), sob a presid\u00eancia do secret\u00e1rio de Sa\u00fade do Maranh\u00e3o,&nbsp;Carlos Lula, tem exercido junto aos estados brasileiros. Diante de entraves interfederativos quase di\u00e1rios, o papel do Conass tem sido&nbsp;estimular o di\u00e1logo entre as mais diferentes posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e administrativas pelo pa\u00eds. Carlos Lula tem assumido um tom conciliat\u00f3rio entre seus pares, atuando para que as rela\u00e7\u00f5es entre os atores da composi\u00e7\u00e3o tripartite que sustenta o SUS&nbsp;n\u00e3o se desfa\u00e7am por completo. No meio de questionamentos intermin\u00e1veis sobre o papel do federalismo e em meio a tantas tribula\u00e7\u00f5es, \u00e9 um papel t\u00e3o crucial quanto indigesto.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span><span><span><strong><span><span>Notas:<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><em><span><span><span><span><span><span>[1] O xadrez pol\u00edtico no Maranh\u00e3o: li\u00e7\u00f5es aprendidas com o segundo turno em S\u00e3o Lu\u00eds. Dispon\u00edvel em: <\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><a href=\"https:\/\/politica.estadao.com.br\/blogs\/gestao-politica-e-sociedade\/o-xadrez-politico-no-maranhao-licoes-aprendidas-com-o-segundo-turno-em-sao-luis\/\"><span><span><span><span><span><span><span><span>https:\/\/politica.estadao.com.br\/blogs\/gestao-politica-e-sociedade\/o-xadrez-politico-no-maranhao-licoes-aprendidas-com-o-segundo-turno-em-sao-luis\/<\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/span><\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este \u00e9 o d\u00e9cimo quinto texto da 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o do especial &#8220;Os governos estaduais e as a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 pandemia no Brasil&#8221;, publicado entre os dias 8 e 12 de fevereiro na p\u00e1gina da ABCP. 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